Obra-prima do baião, lançada em 1947 por Luiz Gonzaga em parceria com Humberto Teixeira. A canção traz a metáfora da pomba asa‑branca para expressar a  seca do sertão, a dor da migração e a esperança do retorno com a chuva. Celebrada pela crítica e pelo público, está entre as máximas da música brasileira, sendo a 4ª mais regravada e considerada um hino do Nordeste. Clássica e atemporal, “Asa Branca” segue viva em versões renomadas e nas celebrações juninas do Brasil.